televisão

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Ingrid Guimarães, a faminta, reduz a riqueza, a espetacularidade e até a saudável superficialidade do cinema com sua frivolidade de engraçadinha-por-obrigação. [ continua ]

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Entre a separação de seu primeiro marido e seu amor seguinte, Daniela Mercury parecia muito mais sexy que o usual em um videoclipe, nos anos 90. Sempre pensei que era alta disponibilidade afetiva. Senti encanto. [ continua ]

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Lilian altera drama e pouco caso, enfastio, Cristina cultiva fantasias ingênuas, Ana chove no molhado com jeito de madame e Cristiana quase não se compromete para não se queimar com suas fontes. Ninguém espera ninguém fechar um raciocínio e os elogios rasgados de José são sexistas ao contrário (homem não é tão bom…). [ continua ]

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Acho estranho que cause tanto frisson e polêmica o fato de aparecer “pela primeira vez” numa novela da emissora líder o que se pode ver quase a qualquer hora descendo a rua Frei Caneca. [ continua ]

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Volta e meia alguém decreta o fim da televisão.

Volta e meia alguém decreta o fim do papel.

Volta e meia alguém decreta o fim de alguma coisa. [ continua ]

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O espectador gira, gira e encontra sempre a mesma história, a mesma abordagem, as mesmas imagens, o mesmo texto.

É preciso fugir do hábito para ampliar sua visão. Da força impositiva e reacionária do hábito. É preciso resistir à vontade de ficar no mínimo esforço, porque se ampliar custa, e às vezes dói. [ continua ]

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Gosto de novela. Assisto. Mas não sou fanático. Fã, sim, já fui, e posso voltar a ser, principalmente de histórias de Benedito Ruy Barbosa.

Mas talvez o que mais me incomode neste “produto cultural” não seja a embromação, inevitável, o merchandising, irremediável [ continua ]

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O bonequinho do Estadão até que começou bem. Bem acabado, bem animado e bastante simpático, com um primeiro texto bem redigido e interessante, ele era a representação perfeita de alguém sem pensamento próprio – exatamente o indivíduo facilmente manipulável. [ continua ]

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Vi o diretor do programa que fala de sexo decretar, entusiasmado, que a “era do tanquinho acabou” e que “não há nada mais cafona” do que valorizar a beleza, digamos, “física” das pessoas (estas últimas aspas são porque a beleza “interior” também se manifesta de forma “física”, mas isso é assunto para outro post). [ continua ]

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Eu, que sempre critico as “fraquezas” da nossa publicidade, quero dividir com você, leitor, uma das satisfações que tenho tido com ela nos últimos tempos. [ continua ]

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