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Ouvi 2/3 (o máximo que consegui) de um podcast com a CEO e sócia de uma grande agência brasileira, vinculada a uma rede multinacional.

Depois de muitos “KPIs”, “relevâncias”, “performances”, “dados”, “business intelligences”, “visões estratégicas” e coisas “assertivas” (com este último adjetivo usado, aposto, como se significasse – acredite! – maior índice acerto), fiz uma não tão surpreendente, mas ainda assim terrível descoberta: não aprendi nada.

Mas, claro, eu sou uma amostra contaminada.

Meus 30 anos bem-sucedidos e bem vividos na profissão certamente me desqualificam para avaliar algo tão super-mega-blaster-hiper-avançado quanto coisas antigas, meramente renomeadas, sendo apresentadas como grandes descobertas, ou a utilização de manjadíssimas quantificações algorítmicas como norte confiabilíssimo para o sucesso.

Talvez eu esteja ficando velho.

Mas talvez o novo, novo mesmo, seja eu…

 

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O comercial com o Neymar não defende, nem apregoa, nem legitima bullying nenhum com estrangeiros. É preciso ter o bullying embutido, assimilado, engatilhado dentro de si para interpretar desse jeito. Ou a demagogia… [ continua ]

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De vez em quando (hoje em dia, não em sempre), aparece um comercial que me dá vontade de ter feito. Em especial, quando tem um texto que, singelamente, acerta em cheio o coração do espectador. [ continua ]

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Todo carnaval me surpreendo de novo com a incapacidade do Ministério da Saúde de fazer campanhas de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis. De certa forma, o órgão (sem trocadilho, juro) nunca me decepciona: consegue ser sempre pior nesse quesito. [ continua ]

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A campanha do bomnegócio.com era um tanto interessante, de saída, pelo inusitado, mas algo estava fora de foco. Dava para entender que a Narcisa Tamborindeguy personificava um objeto que sobrava no espaço, atormentando o dono, mas não se deduzia um vínculo consistente [ continua ]

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Não tenho problema com a ideia de ganhar dinheiro. Sou publicitário demais, realista demais, calejado demais com teorias sociológico-políticas fantasiosas para engolir a noção de um mundo sem finanças. [ continua ]

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“Não se pode usar humor em propaganda”. Por incrível que pareça, já li e ouvi isso. Em livro indicado por professor de faculdade e em palestra de brasileiro radicado em Portugal [ continua ]

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A rebeldia mais ou menos típica da juventude parece estar criando uma geração de publicitários que chega perto de desprezar sentido, lógica, consistência. Imagino que os representantes dessa vertente acreditem que esses fatores são dogmas ultrapassados da velha guarda, coisa conservadora de reacionário careta da profissão. [ continua ]

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A campanha de cartão de crédito que tem o Paolo Rossi e o Zidane é inversamente proporcional em criatividade àquela bobagem em que o Ronaldo aparece mal e ridiculamente caracterizado como um arremedo de Netuno. [ continua ]

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E todos quiseram ser diretos, claros, objetivos, informativos, descritivos, e assim abriu-se mão do mistério, da curiosidade, da delicadeza, da sutileza, da surpresa, da… iluminação. [ continua ]

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