poesia

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Quem não compreende por que eu gosto de Cyn não a compreende.

Uma pessoa pode não gostar de sua música, de seu estilo – de compor, de cantar, de se vestir – mas o que faz de Cyn uma musa não é a exuberância musical, a capacidade vocal, a indumentária nada convencional. Não só. [ continua ]

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O anunciante que não é capaz de perceber, apreciar e apostar na poesia de textos, imagens – da vida – nunca será capaz de fazer propaganda memorável. [ continua ]

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Gaiarsa via

E quando parece que eu já li tudo, que eu já entendi tudo, que eu já assimilei quase por completo as percepções, ideias e ensinamentos do Mestre, a releitura de um trecho me golpeia, impondo-me humildade. [ continua ]

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Peço licença a Mestre Gaiarsa para extrapolar o que acredito ser uma de suas convicções (não necessariamente afirmações) e expor algo que considero extremamente relevante nas relações humanas. [ continua ]

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Quando a complicação dos afetos me abate, busco muitas vezes a pureza de minha Cyn.

Porque ali há mais que música, mais que talento, mais que carisma. Ali há uma coisa que eu enxergo há muito tempo, mas que é difícil pôr em palavras. Algumas dezenas de posts depois, frequentemente tenho a sensação de que só arranhei a superfície. [ continua ]

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Nossa estadia é efêmera e não tem hora certa para terminar. Nossos planos são projeções para uma possibilidade que talvez nunca se torne realidade [ continua ]

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Fernanda Carlos Borges, que foi casada com Mestre Gaiarsa, encaminha para mim um belo e comovente texto de Darcio Valente, de quem sempre ouvi falar muito mas não tive o prazer de conhecer. [ continua ]

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Sou teimoso, não aceito que haja fórmulas para tudo, que o ser humano seja previsível como desejam as ciências econômicas e os devaneios publicitários. [ continua ]

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Uma das coisas mais encantadoras em Mestre Gaiarsa era perceber que a riqueza de suas ideias estava visivelmente presente em sua pessoa – em sua vida. Ele transbordava. [ continua ]

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Os versos gritados saem da boca distorcida sem perder a afinação por um momento. Os olhos embriagados mostram que o suspiro esculpido em forma de voz veio lá do fundo, do coração, do ventre, da pélvis. [ continua ]

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