Impressões

Entre a separação de seu primeiro marido e seu amor seguinte, Daniela Mercury parecia muito mais sexy que o usual em um videoclipe, nos anos 90. Sempre pensei que era alta disponibilidade afetiva. Senti encanto.

Cauã e Grazi parecem ter, em quase todos os lugares em que surgem hoje – mesmo atuando – um laivo de tristeza, de melancolia, em suas faces. Aposto que ainda se amam. Sinto esperança.

Depois de seus surtos raivosos, quase selvagens, contra os possíveis exageros da imprensa, nunca mais consegui achar graça em Pedro Cardoso.     O olhar sanguinário, registrado em minha memória, interfere em minha percepção de sua performance. Só sinto medo (e tristeza).

E um que me afasta à primeira e qualquer menção à sua pessoa é o Paulo, dito “Paulinho”, Vilhena. Temo que, infelizmente, nunca vou me esquecer de sua repulsiva cusparada em direção a um repórter – e não me importa a qual programa ou “estilo editorial” ele pertencia. Sinto muito nojo.

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