outubro 2012

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Nos dias seguintes ao segundo show de Cyndi a que eu fui, em 2011, uma sensação de generosidade e beleza tomou conta de mim. Uma espécie de energia positiva e benevolente [ continua ]

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Sou pedestre e usuário de transporte público. Ando a pé, de ônibus, metrô e, eventualmente, de táxi. Não tenho carro. Nunca tive.

Tradução: sinto-me autorizado a falar. [ continua ]

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Uma vez abertos seus olhos, dificilmente você conseguirá não ver.

É uma benção. É um martírio. É um amplificador da realidade, das coisas boas e más da realidade, as coisas gostosas e sofridas.

É também uma escolha. [ continua ]

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A interferência de um apresentador que surge do nada para falar do produto no meio de uma ação dramática – ou cômica – é uma das coisas mais antigas e chatas em publicidade.

Sabe aquela interferência nada a ver, que quebra o clima, o humor e a emoção? Pois é… [ continua ]

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Parece que sempre haverá aquela figura tacanha, aquela visão obtusa de quem não lê, não assiste, não ouve, não sabe – mas tem certeza de que faz melhor que você. [ continua ]

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E fizeram muitos acreditar que era possível captar a vida numa fórmula, que a frieza dos cálculos garantiria sequências de sucessos sem fracassos, realização plena com ausência completa de frustrações. [ continua ]

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A cerveja que está de roupa nova faz uma campanha baseada em cenas icônicas do cinema, autocomparando-se a uma “diva”.

Cerveja é loira, é gelada, é “devassa”… mas diva?

[ continua ]

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Humildade de redator

Todos sabem que boa parte dos criativos são meio ególatras e convencidos. Acho que não fujo muito à regra (mas não sou difícil de conviver).

Só que tem dia que a gente está tão cansado, mas tão cansado, que é preciso reconhecer que aquela ideia contagiante, aquela palavra precisa, não só não vem fácil, como, por vezes, não vem.

Estou num dia assim, leitor. Vontade de escrever algo realmente interessante, mas sem ideia nem energia. O esgotamento é uma das formas mais eficientes de se ter humildade: ou você descansa, ou você pifa. Por melhor redator que você seja, por mais criativo que você tenha se feito.

Então, para evitar que eu pife, vou parar por hoje. Se você gosta do meu texto, desculpe-me, ok?

Amanhã eu volto.

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Não sei se é verdade, mas faz sentido imaginar.

Um dia o autor apresentou ao seu superior imediato a sinopse de uma novela que, em grande parte, se passava num lixão. [ continua ]

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O que mais tem é publicidade boçal com celebridades. Daquele tipo em que a figura conhecida fica falando para a câmera sobre o produto. Com aquela preguiça mental ou covardia intelectual que aposta que o produto vai vender pela força da mídia e pela fama da pessoa. [ continua ]

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