dezembro 2011

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O inimigo

Uma das lições mais iluminadas e preciosas de Mestre Gaiarsa é sobre como nosso modelo de família – fechada sobre si mesma – tem má vontade com (quando não trabalha francamente contra) qualquer possibilidade amorosa que venha “de fora”. [ continua ]

Minhas sinceras desculpas

Decidido a entrar em férias da propaganda, mas não do blog, fui atropelado pelas circunstâncias – e pelo cansaço.

A correria pré-férias (uma produção desenfreada e histérica de textos e ideias que só vão ser avaliados mesmo lá pra março) [ continua ]

Sou um visionário.

Tenho certeza de que existem por aí atendimentos esforçados e raladores. Profissionais que realmente se empenham em levantar briefings válidos, completos, e capazes de aplicar talento e paciência para vender uma ideia, batalhar por ela, por estarem envolvidos de verdade com o processo de criação. [ continua ]

Thanks, Cyn

O trabalho se impõe, cruel, à sensibilidade que pede água, pede sombra e água fresca. O que havia de ser dito foi, o que havia de ser escrito foi. Pelo menos por enquanto. [ continua ]

Entre os mitos que vagueiam imortais e embolorados pela propaganda, qual zumbis de filmes trash ou série televisiva, está o da “objetividade”. Distorcido e “reformulado” conforme o gosto do freguês, o “conceito” tornou-se amplo o suficiente para abranger vários tipos de aberrações. [ continua ]

Toque

Qual foi a última vez que você tocou, com vagar, cuidado e intenção, alguém que não seja da sua família, nem seu marido ou esposa, namorado ou namorada? [ continua ]

Um monte de gente piegas, de um idealismo infantil, sai por aí, nas rodas de amigos reais e virtuais, metendo o pau no “mundo capitalista”, na “mídia corporativa burguesa”, na suposta  “malandragem” da propaganda. [ continua ]

Help me, Cyn

E aconteceu que o ego faminto e furioso, que a exibição de poder, que a inveja do talento alheio, que o ressentimento pela própria mediocridade obscureceram o exemplo dado pela musa. [ continua ]

Troca logo

Mudar apresentador de telejornal está ficando mais importante que a notícia. Não, não sou adepto de teorias da conspiração nem acho feio uma empresa promover a si mesma (própria essência do que eu faço profissionalmente). Implico mesmo é com o “como” e o “quando”. [ continua ]

Mestre Gaiarsa insistiu muito sobre o tema, mas não custa reforçar.

Todo mundo pensa e fala em sexo como se o sexo que a maioria faz fosse de boa qualidade. Como se fosse constante, como se fosse variado, como se fosse bonito. [ continua ]

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