novembro 2011

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Genuine Cyn

Uma das magias de assistir a Cyn, ao vivo ou em algum vídeo, é a sensação de que sempre está acontecendo alguma coisa muito emocionante. Melhor dizendo, de que ela está sempre muito emocionada. [ continua ]

Metáforas, comparações, analogias e outros recursos de linguagem pertencem ao terreno da literatura – e, portanto, da redação publicitária. Quer se goste disso ou não, quer se acredite nisso ou não. Porque o público continua reagindo a tudo isso de forma valiosa [ continua ]

Gaiarsa, por exemplo

Quem entrasse no apartamento simples e – sem conhecê-lo previamente – visse aquele senhor já entrado nos 70, 80 anos, de olhos acesos e profundos, mas claramente um ancião, não suspeitaria do tamanho de sua vitalidade e conhecimento. [ continua ]

Difuso

Maravilha esse método de uma grande emissora.

“Câmeras de segurança captaram tentativa de assalto em shopping de grande cidade do interior paulista. Pessoas que estavam nos corredores, mas não quiseram se identificar, disseram que quando foi dado o alarme viram quatro suspeitos fugirem armados de dentro de uma joalheria. [ continua ]

Enquanto todos dormem, o criativo sonha acordado. Ele observa a vida em detalhes, perturba-se e entusiasma-se com a vida e aprende a exprimi-la com graça. [ continua ]

Você se repete?

Evoluir, desenvolver-se, requer um desconforto que ninguém gosta de enfrentar. Nem eu, muitas vezes. A previsibilidade, nossa e do mundo em volta, cria a sensação de segurança sem a qual, talvez, enlouquecêssemos. A maior parte do tempo, essa sensação é falsa, mas sua necessidade é bem real. [ continua ]

Houve um tempo em que o comediante, genial, era o melhor dos jornalistas. Ancorado pela consagração popular de seu sucesso cômico, aparelhado por seu jeito elegantemente doce, grande jogo de cintura e genial senso de improviso, fazia as perguntas precisas que muitos jornalistas não tinham coragem [ continua ]

Quando eu era mais moço, já não era a época de Adoniran Barbosa, Pixinguinha, Elza Soares e Cartola. Não era mais a época de Johnny Weissmuller. Nem o auge de Alfred Hitchcock. Ou de Pablo Picasso. [ continua ]

O não verbal, de novo e sempre. As dificuldades e delícias de ver. Desta vez, delícia.

Primeiro grande encontro de ex-colegas de faculdade. A maioria, há mais de 20 anos sem se ver. A tecnologia, essa senhora árida, às vezes se deixa usar, talvez sem perceber, para transmitir e compartilhar emoções. [ continua ]

Está faltando imaginação para vender chocolate.

Pouco tempo atrás, foi a campanha dos bonecos insossos, de que já falei aqui, a turminha que comia chocolate de sorriso limpinho e bem arrumado, um chocolate todo esticadinho apesar da embalagem rasgada. [ continua ]

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