junho 2011

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The Good Wife surgiu brilhante e coerente, num cenário de séries badaladas e de sucesso, mas com desenrolar de perder o ânimo. [ continua ]

Sem as amarras de olhar de perto na cara do outro, um monte de gente vira machão na Internet (incluo, aqui, as mulheres). Uma ideia divergente, uma crítica pouco ofensiva, qualquer coisa justifica uma torrente de intolerância e “trollagem” [ continua ]

Nada feito. Eu não vou abrir mão dessa poesia. Eu não vou deixar que a fluidez do tempo e a frieza dos dias, um atrás do outro, me roubem isso. Demorou muito até acontecer. E só Deus sabe quando vai acontecer de novo (e se…). [ continua ]

Tem uma coisa com que muita gente não se conforma. Ela assombra os acomodados, amedronta os inconscientes, corrói os gananciosos. [ continua ]

Mesmo os que gostam da verdade nua e crua que Mestre Gaiarsa falou sobre a família têm reservas muito sérias quando se entra no departamento “casamento aberto”. [ continua ]

A criação é um brinquedo. As coisas foram feitas de forma que, se você levar tudo muito a sério, o que quer que você faça fica sem graça. E sem graça, para a comunicação, é a morte. [ continua ]

O textos sagrados são imprecisos. Antes de criar o céu, antes de criar a Terra, antes mesmo de criar a luz, Deus criou… a música – pois que foi inspirado por ela que depois Ele fez tudo tão belo (a parte feia normalmente é feito nosso). [ continua ]

Quem foi que decidiu que agora é feio falar “homossexualismo”? Que o “correto” seria “homossexualidade”? [ continua ]

Vejo a sexóloga no programa da madrugada e tenho vontade de chorar. É um festival de lugares-comuns, respostas prontas e psicologia de manual. As dúvidas da meninada são sempre as mesmas, as “soluções” são sempre as mesmas [ continua ]

A exuberância estratégica é a fuga dos não talentosos. Mastigando estatísticas, devorando pesquisas e cuspindo equações, eles esperam reduzir pessoas e fatos a padrões sempre e totalmente previsíveis, em que as variáveis humanas são de todo irrelevantes – matematicamente falando, desprezíveis. [ continua ]

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