maio 2011

You are currently browsing the monthly archive for maio 2011.

São tantas as rudezas da vida, são tantas as asperezas do mundo, são tantas as insensibilidades dos arrogantes, preconceituosos e trogloditas, são tantos os conflitos das gentes que precisamos ter, todos, refúgios de beleza.

Refúgio de beleza é assim: é o sorriso do amigo, é o abraço da amada, é uma pintura de um artista, é o verso daquele poeta preciso ou aquela cena específica do filme que você viu há muito ou pouco tempo – nem tão bom precisa ser o filme, desde que aquela cena te toque. [ continua ]

Neymar entupiu a goela dos que já não tinham muito cérebro e propalavam aos 4 ventos que o que intessava era o placar, não o jogo. Porque o menino, veja só, além de dar tratos empolgantes à bola, ainda marca gol – ou cria quase toda jogada em que outro vai marcar. É a própria definição de craque: talentoso, esforçado e… corajoso.

E quem vai lá ver Neymar você acha que vai pra ver um gol torto, feito num chute feio, de sorte, ou pra ver os dribles geniais e passes precisos, mesmo que nem sempre acabem no fundo da rede?

Aposto com você que é pelo jogo bonito. [ continua ]

Tive um sentimento estranho quando vi pela primeira vez a nova campanha da Bom Bril. Não sabia se era riso contido ou irritação, se eu gostava ou não do que havia visto. Certamente, o bom humor, talento e irreverência das atrizes ajudam a ter uma certa “empatia” pela causa, pelo discurso. E quem – a não ser um machão fossilizado – deixaria de dar apoio e reconhecimento às “mulheres evoluídas”? [ continua ]

É ruim

Ficar doente é ruim porque a gente se sente mal. Ficar doente é ruim porque a gente só tem vontade de deitar. Ficar doente é ruim porque a gente não tem vontade de ler nada. Ficar doente é ruim porque a gente não tem vontade de escrever nada. [ continua ]

Já faz realmente muito tempo e eu não me lembro da agência. Mas lembro claramente do anunciante e do anúncio – tanto que me é um exemplo recorrente em sala de aula. Até singelo, mas válido.

Também consigo deduzir o briefing. É sempre fácil deduzir o briefing de uma campanha de carro, mesmo hoje. São todos quase iguais. [ continua ]

Eu sei. Ninguém me contou, mas eu sei. Essa música foi, tem de ter sido, precisa ter sido feita assim, por causa disso. E como antes eu não a tinha conhecido? Como, até alguns anos atrás, eu nunca a tinha ouvido? Imbecil, idiota, ignorante, que raio de fã é você? Mea culpa[ continua ]

“Então façamos assim…

Você não cria, criação, quem cria sou eu, gerente de marketing. Eu não tive cojones para seguir uma carreira criativa (sabe como é, muita controvérsia, muita rejeição, prefiro lidar com gráficos de Excell e telas de Power Point), mas eu alimento esse sonho em segredo. Sou formado em engenharia, mas quando fiz meu MBA em Marketing adorei a disciplina que falava de propaganda! [ continua ]

Vi numa palestra de um professor importante que as redes sociais vão espalhar a bondade. Era tudo de bom a apresentação dele. Forças somadas, crianças socorridas, fome mitigada, auxílio aos desvalidos, providências imediatas.

Vi na realidade que a bondade e a maldade existem juntas nas redes sociais – igualzinho do “lado de fora”. [ continua ]

Qualquer coisa que você faça tem uma ideia por trás. Tem uns figurões aí pelo mundo que ganham só para ter ideias. É até uma figura folclórica de alguns filmes: o cidadão que é tão genial, mas tão genial que não precisa fazer nada, fisicamente falando. Não precisa correr atrás, tocar um projeto, envolver-se com as dificuldades técnicas e politicagens relativas a um projeto. [ continua ]

No Brasil – lá fora nem tanto – muita gente fala isso, pensa nisso, prega isso. Mas será que o raciocínio tem de ser sempre mídias tradicionais X redes sociais? Será que as duas coisas são, ou serão, necessariamente excludentes? [ continua ]

« Older entries